



Chargistas: Sinovaldo, Duke e Novaes
Vanderlei Luxemburgo é treinador - e atualmente comanda o Santos. Também se sabe que é cinco vezes campeão brasileiro e tem a carreira recheada de polêmicas.
Mas e do histórico socialista da família do companheiro Luxa, alguém sabia? Na maioria das vezes eloqüente e repetitivo nas entrevistas, o comandante alvinegro surpreendeu ao falar da politização e do flerte com o comunismo dentro de casa, quando era criança.
"Ele veio até nós citando razões pessoais que pareciam bastante plausíveis", disse o porta-voz da Federação Alemã de Futebol, Jens Grittner.
O atleta não foi encontrado para dar sua versão, mas, segundo o tablóide Bild, Dejagah citou motivos políticos. "Havia razões políticas. Todos sabem que sou um alemão-iraniano", teria dito o jogador.
Desde 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, o país não reconhece a existência do Estado de Israel e proíbe todos os seus cidadãos de viajarem para lá. E o caso de Dejagah não é isolado.
Em 2004, o atacante iraniano Vahid Hashemian foi cortado da relação de jogadores do Bayern de Munique para a partida da Copa dos Campeões, contra o israelense Maccabi Haifa, em Tel Aviv. Na ocasião, o clube alemão alegou que o atleta sofria com uma lesão nas costas, embora este impasse também tivesse causado controvérsia, com a Federação Iraniana se opondo à ida do jogador ao país judeu.
Fonte: Gazeta Esportiva